sexta-feira, 22 de julho de 2011

Saudade. Silêncio. Solidão. Três "s" com sentido único juntos. Três fantásticas ilusões momentâneas, combinadas, abrindo um vácuo de semi-paz dentro de mim. Não é um sentimento propriamente dito, na minha visão parcial de mundo. É mais um estado de espírito. Solidão não dói. As vezes incomoda, mas não é tanto de se machucar. Saudade é um aperto no peito tão interminável. Saudade doí. Silêncio, completa tudo. Dá um certo tom de magnitude. Um tom de nobre relevância. Não me importa muito o que pense o mundo, sobre os meus três "s". Eles são reais, não são tristes, nem felizes, só existem. Como eu.
Sempre tem aquele tal ponto de luz não é? Então me diga onde achá-lo.

terça-feira, 19 de julho de 2011


Espere mundo. Eu vou correr, eu vou gritar, eu vou escandalizar essa civilização. Talvez não hoje, talvez não amanhã. Mas acredite mundo. Eu vou.
Eu sinto saudade dessa felicidade gratuita de quem ainda não conhece o medo, a dor, o frio, só o colo da mãe.
Queria que essas palavras fossem verdade pura. Sempre..
E vi a Terra de fora, no instante em que explodi para dentro de mim.

Então, fez-se em mil pedaços o meu coração. Rasgando, distorcendo, arrancando as informações velhas e precárias. E o que se considerava um diamante bruto, foi lapidado em fragmentos, quebrado, transformado e novamente pode se ver que era outra coisa. Totalmente diferente do que se pensava. Era um pedaço de céu. Era uma estrela e uma nebulosa. Era uma estrela morrendo, agregando-se novamente ao universo transformador. E porque carregava a beleza da morte, era a mais bela de todas as estrelas. Eram só partículas. Em eterna prontidão para gerar algo novo. De novo e de novo e de novo. Até formar seu próprio universo particular, e enfim, sê-lo.